SEQUÊNCIA DIDÁTICA –
Resíduos Sólidos
Tema: RESÍDUOS ORGÂNICOS E SUAS
APLICAÇÕES
Série : 9º ano – 8ª série
Tempo : 6 aulas
Competência:
- Leitora e escritora
- Associar intervenções que resultem em degradações ou conservações ambientais a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações científico-tecnológicos.
- Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.
Habilidades:
- Analisar imagens,interpretar símbolos, classificar;
- Utilização de resíduos orgânicos para obtenção de energia
- Conhecer a importância de reciclarEstratégias de Ensino: Leitura e interpretação de símbolos, leitura e interpretação de textos e vídeos; Separação e classificação de resíduosRecursos: Figuras, Textos, vídeo “ Ilha das Flores”, jornais e revistasSituação de Aprendizagem:Sondagem : Verificação do conhecimento prévio do aluno pelo símbolo e seu significado.Atividade 1
2) Onde você já viu esta imagem? ?
Faça uma Relação de alguns produtos que você conhece que tenha
esta imagem.
3) Que significado este símbolo tem
para você?
Atividade 2: Assista o vídeo
“ilha das Flores” e faça anotações do que você gostou; do
que não gostou; do que você não sabia e aprendeu e o que você
achou mais interessante:
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| (Obs: A imagem não é link) |
Atividade 3
Procure
em revistas usadas, jornais, internet, outras figuras de objetos de
diversos materias ( madeira, orgânicos, Ferros, etc.)que possa ser
acrescentado neste quadro. Complete a tabela com o máximo que você
encontrar.
Atividade 4:
1) O que você sabe sobre separação e
reciclagem do Lixo ? Utilizando as figuras da atividade anterior,
faça uma separação deste “lixo”
2) Faça uma pesquisa sobre reciclagem.
Reaproveitamento
dos resíduos orgânicos na obtenção de energia
Faça uma leitura do texto abaixo
Laboratório da UFRJ vai pesquisar tecnologia que pode dobrar produção de etanol
Etanol 2G (celulósico) ainda em estágio experimental no país, é produzido a partir da celulose, e pode se tornar uma forma de aproveitar resíduos da cana
Tecnologias para etanol de segunda
geração no Brasil serão testadas em pesquisas do novo Laboratório
Bioetanol da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),
inaugurado nesta quinta-feira (29) na Cidade Universitária, na zona
norte do Rio. O etanol 2G (celulósico) ainda em estágio
experimental no país, é produzido a partir da celulose, e pode se
tornar uma forma de aproveitar resíduos da cana, como a palha e o
bagaço, aumentando em até duas vezes a produção com a mesma área
plantada.
"Hoje, o processo do etanol é parecido com o da cachaça,
praticamente. A palha e o bagaço são uma parte desvalorizada, e
que, com o processo de enzimas e transformação por hidrólise,
podem ser aproveitados para o etanol também", conta Marcos
Freitas, coordenador do Instituto Virtual Internacional de Mudanças
Globais (Ivig), do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação
e Pesquisa de Engenharia (Coppe), que é parceiro do o Instituto de
Química da UFRJ no laboratório.
Ele explica que o bagaço já é usado para a produção de energia nas usinas de biomassa, o que exigirá uma avaliação de qual ganho é maior em cada período. Só com a palha, no entanto, o ganho para a produção de etanol pode chegar a 40%.
"Como a palha tem um poder calorífico menor que o da cana, a produção nacional poderia aumentar entre 30% e 40%, o que já amenizaria bastante o preço na bomba. Isso sem aumentar a área plantada, que tem sido a base do crescimento da produção, disse Freitas, ao lembrar que a palha atualmente é queimada antes da colheita para facilitá-la, o que causa danos ambientais. "A queima da palha causa um problema ambiental e prejudica as condições de trabalho na lavoura. Com o aumento da produção de etanol e menores preços, vai diminuir o consumo de gasolina e a emissão por combustíveis fósseis."
O etanol 2G também pode amenizar um dilema dos produtores de cana: usar a lavoura para o etanol ou para o açúcar. "Quando o preço do açúcar no mercado internacional sobe, os produtores deixam de usar a cana para o etanol, porque o insumo é o mesmo do açúcar. Como a palha não serve para a produção de açúcar, vamos parar com essa competição", diz Freitas.
Para o diretor da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, o aumento da produção é um caminho para o país reduzir as importações de etanol dos Estados Unidos, que o produzem a partir do milho, emitindo maior quantidade de CO2 para a atmosfera. "No momento, o Brasil não consegue produzir quantidade suficiente de etanol para atender ao mercado interno."
Apesar de ter sido inaugurado hoje, o laboratório já está em funcionamento com 20 pesquisadores, que trabalham em projetos como a caracterização de diferentes biomassas (cana, milho, trigo e madeira), produção das enzimas para a hidrólise e análise econômica do etanol 2G. A tendência, no entanto, é que o número de pesquisadores aumente até três vezes com a chegada de projetos, pois o laboratório tem parcerias com universidades de outras partes do país e com dez instituições do exterior.
Os recursos da pesquisa foram liberados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e recebeu R$ 4 milhões em investimentos da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).
Ele explica que o bagaço já é usado para a produção de energia nas usinas de biomassa, o que exigirá uma avaliação de qual ganho é maior em cada período. Só com a palha, no entanto, o ganho para a produção de etanol pode chegar a 40%.
"Como a palha tem um poder calorífico menor que o da cana, a produção nacional poderia aumentar entre 30% e 40%, o que já amenizaria bastante o preço na bomba. Isso sem aumentar a área plantada, que tem sido a base do crescimento da produção, disse Freitas, ao lembrar que a palha atualmente é queimada antes da colheita para facilitá-la, o que causa danos ambientais. "A queima da palha causa um problema ambiental e prejudica as condições de trabalho na lavoura. Com o aumento da produção de etanol e menores preços, vai diminuir o consumo de gasolina e a emissão por combustíveis fósseis."
O etanol 2G também pode amenizar um dilema dos produtores de cana: usar a lavoura para o etanol ou para o açúcar. "Quando o preço do açúcar no mercado internacional sobe, os produtores deixam de usar a cana para o etanol, porque o insumo é o mesmo do açúcar. Como a palha não serve para a produção de açúcar, vamos parar com essa competição", diz Freitas.
Para o diretor da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, o aumento da produção é um caminho para o país reduzir as importações de etanol dos Estados Unidos, que o produzem a partir do milho, emitindo maior quantidade de CO2 para a atmosfera. "No momento, o Brasil não consegue produzir quantidade suficiente de etanol para atender ao mercado interno."
Apesar de ter sido inaugurado hoje, o laboratório já está em funcionamento com 20 pesquisadores, que trabalham em projetos como a caracterização de diferentes biomassas (cana, milho, trigo e madeira), produção das enzimas para a hidrólise e análise econômica do etanol 2G. A tendência, no entanto, é que o número de pesquisadores aumente até três vezes com a chegada de projetos, pois o laboratório tem parcerias com universidades de outras partes do país e com dez instituições do exterior.
Os recursos da pesquisa foram liberados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e recebeu R$ 4 milhões em investimentos da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).
Atividade 5:
Destaque do texto as palavras que você
não conhece e, com a ajuda do dicionário, procure o seu
significado.
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Atividade 6: Supondo que você
estivesse comentado com um amigo ou amiga sobre o que acabou de ler
como você contaria este fato? Escreva
abaixo como seria contado.
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Assista o vídeo abaixo sobre o
aproveitamento de dejetos para a produção de Adubo e Biocombustível
Atividade 5
Após ter lido o texto sobre o uso do
bagaço da cana de açúcar na produção do etanol e assistido o
vídeo sobre o uso dos dejetos do porco na produção de
fertilizantes e biocombustível, escreva:
O que você gostou.
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O que você não gostou.
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O que você não sabia e aprendeu.
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